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Mostrando postagens de maio, 2012

CURIUSIDUDES - OVNIs

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O assunto é velho, mas sempre se renova. Agora, com a chegada do filme ÁREA Q, novamente vem à tona, com força, a estimular a atividade cerebral de alguns e a confiscar definitivamente a sanidade mental de outros. O grande centro místico de toda a discussão concentra-se em saber se o assunto OVNIs é merecedor de crédito ou não. Os inúmeros depoimentos, fotos, vídeos, artigos, revistas e livros que confirmam o aparecimento desses Objetos e o contato, em 3º grau, com criaturas de outros planetas, são contraditos, na mesma medida, pelos que afirmam ser isso um grande engôdo (coisa de maluco). Dentre os vários depoimentos de pessoas que afirmam que já viram um OVNI ou tiveram alguma experiência de contato com seres extra-terrestres, como um bom e confidente trololó de pé de ouvido, há aqueles que vêm de pessoas que, a princípio, seriam de crédito indubitável. Catando coquinho pela internet, encontrei este, de Rachel de Queiroz, publicado na revista O Cruzeiro, de 4 de junho de...

MELHOR QUE CLORO

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O poeta é um bichinho atento. Presta atenção em tudo. O que, para os outros, não significa absolutamente nada além daquilo que comunica, para o poeta pode ser o fio da meada para uma grande viagem! Por outro lado, o poeta é, também, um gozador. Alguém com capacidade para brincar com o aparente. Tudo ganha novas possibilidades aos olhos deste bichinho-carpinteiro. Eu estava reparando numa embalagem de Vanish, que comprei recentemente, quando percebi o que estava escrito no selo. Daaííííí....  vejam só:

LETRA - ESTRELINHA E JOÃO

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Não costumo publicar as letras das músicas que componho, pois elas têm um andamento, um ritmo, uma sonoridade intrínseca, diferentes daqueles que podem ser observados na poesia. Por isso, na maioria das vezes (nem sempre, há exceções), uma letra de música sem a música parece meio sem graça, parece que perde muito do que comunica, pois não foi feita para ser lida, mas para ser escutada. Tanto assim o é (assinhoé é bom: "Assinhoé, volte para casa, meu filho!", "Assinhoé, não olhe para a luz!", "Eu sou Assinhoé, o Cremoso, rei de Margarina, a terra das Delícias e onde os radicais podem ser livres!"), que é muito melhor conhecer a letra depois de ouvi-la com a música, do que o contrário. Masssss... Esta letra tem endereço certo. Por isso, de maneira egoísta, egocêntrica e egonômica, estou utilizando este espaço para divulgá-la. Peço perdão. Estrelinha e João Um olhar que olhava o céu em busca de um luar qualquer que iluminasse o seu Um olhar que olhava a luz d...

ALTO, AJUDA

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PS.: A atribuição do texto a Luiz F. Veríssimo, não é minha. A intenção de publicá-lo, sim.

SOBRE ONTEM

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CAIO FERNANDO ABREU

POESIA - INEXISTÊNCIA

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Ente Maldito Post Scriptum: MUDOU! POUCO, MAS MUDOU. Última estrofe, agora ficou assim: Sob o sol escaldante desta árida inexistência, dissolve-se a flor do lúmen e sua inútil ciência: Pensar? Falar? Sentir? Expressar? Nada mais. Para ninguém mais. Nunca mais.

FELIZ DIA DAS MÃES

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Minha primeira lágrima caiu dentro do teu olho. Tive medo de a enxugar: para não saberes que havia caído. No dia seguinte, estavas imóvel, na tua forma definitiva, modelada pela noite, pelas estrelas, pelas minhas mãos. Exalava-se de ti o mesmo frio do orvalho; a mesma claridade da lua. Vi aquele dia levantar-se inutilmente para as tuas pálpebras e a voz dos pássaros e a das águas a correr, sem que a recolhesses em teus ouvidos inertes. Onde ficou teu outro corpo? Na parede? Nos móveis? No teto? Inclinei-me sobre o teu rosto, absoluto, como um espelho. E tristemente te procurava. Mas também isso foi inútil, como tudo mais. (...) Minha tristeza é não poder mostrar-te as nuvens brancas, e as flores novas, como aroma em brasa, com suas coroas crepitantes de abelhas. Teus olhos sorririam, agradecendo a Deus o céu e a terra: eu sentiria teu coração feliz como um campo onde choveu. Minha tristeza é não poder acompanhar contigo o desenho das pombas voantes, o destino dos trens pelas monta...