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Mostrando postagens de agosto, 2013

QUANDO - POESIA

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Eleito, Ó, meu Eleito, quando me levarás para passear pelos jardins encantados do teu Reino? Ah, lá, nesse lugar onde habitas, não deve haver nuvens e a claridade deve ser eterna! E as flores devem abrir-se para aspirarem o teu cheiro. Lá, sim, tenho certeza, eu seria para sempre feliz! Lá, onde o teu sorriso faz sorrir às estrelas e os pássaros vêm beber da chuva na concha das tuas mãos. Eleito, Ó, meu Eleito, recebe-me em teu Reino como um bem-amado recebe à sua bem-amada, e faz que desapareçam estas nuvens de frio que cobrem o céu dos meus olhos e não me deixam ver a ti, que é o meu Eleito. Aqui, onde vivo, neste constante abandono, o mundo é um lugar ermo onde os dias se alternam com ares de sono. Eleito, Ó, meu Eleito, quando me levarás para passear pelos jardins encantados do teu Sonho? Clarice Almada

AO ENTARDECER DA TUA AUSÊNCIA - POESIA

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Curtindo Vanessa da Mata - AMADO Quando puderes - quando lembrares - manda-me um pouco daquela paz tão plena de luares que sempre te acompanhou. Um pouco da paz, apenas... - nem te peço     -     estares. Quando puderes - quando lembrares - manda-me um pouco daquela luz que brota tão espontânea da claridade dos teus olhos solares. Um pouco da luz, apenas... - nem te peço     -     olhares. Loucura da minha alma! Meu ponto de desequilíbrio! Manda-me um pouco do teu aroma - perfume da vida, saudade em flor. Um pouco da tua lembrança, apenas... - nem te peço     -     amor. Clarice Almada