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Mostrando postagens de abril, 2019

ALDRAVIAS - Elétricas!

cuidar da vida tenho esta só-zinho só para deixar-te de burca aberta

ALDRAVIA - Lunático

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tenho fases tenho faces satélite desabitado João Antônio Pereira

QUIS ACREDITAR - Pero Vás

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Imagem retirada do site "Pensador -  https://www.pensador.com QUIS ACREDITAR Quis acreditar que entre mim e o sonho não havia qualquer distância e entreguei-me ao redemoinho de eu mesmo quando criança. Minhas mãos voavam alegres acariciando a vida que chegava, mas não viam que pairando à volta havia o tempo que continuava. Dei-me a uma crença estranha onde perdia-me de mim mesmo, pois não vinha em mim a esperança que sentia quando pequeno. Fui-me olhar no espelho e a visão que vi diferia da crença, ao invés dos olhos de um fedelho via um olhar velho de desavença. Minha alma viajava no tempo mas meu corpo não a acompanhava, nem meu cérebro, de onde o pensamento dizia que eu não era o que pensava. Sinto em mim todas as vidas, todas as vidas pelas quais passei. Mas, se em mim permanecem as idas, não são mais o que agora me sei. Sou este homem que carrega tudo o que foi, é e será. Esta vida que sonha, mas não nega, todo um presente que deve passar. Pero Vás

DESPEDIDA - Clarice Almada

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DESPEDIDA Olhei com olhos tristes as sombras sobre o meu coração. Era tão claro e evidente o que te apontava com a mão. Meu coração estará parado por algum tempo sobre a vida, até que um vento por alguém soprado venha dar-lhe motivo de ida. Deixarei os motivos preciosos que me prenderam a ti sobre os sonhos numerosos que sonhei por te “vivir”. Dou-me ao vento que passa sem nenhuma direção, ando com a luz que perpassa as sombras do meu coração. Clarice Almada

Aldravia - Terra

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Imagem retirada da Revista Fórum - Edição eletrônica - 04/01/2019 Autor: Juan Doblas/ISA https://www.revistaforum.com.br/madeireiros-invadem-terra-indigena-arara-no-sudoeste-do-para/ silvo de bala silvícola na vala agro negócio agro tóxico homo fóssil naquele campo arrendam-se terras covas rasas

ALDRAVIA - Poesia Minimalista

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Fui apresentado a este movimento poético pela poeta e amiga Izabel Teixeira, de Rondônia. Confesso que o desconhecia, mas fiquei deveras curioso. Assim, logo, passei a exercitá-lo. Publico, aqui, meus primeiro versos (ainda um exercício!). Para saber mais sobre esta técnica de escrita poética, sugiro a leitura da página a seguir, pois é um texto bastante esclarecedor: https://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/3797797 Então, vamos às falas. São três poemas, sem título. Para entender por que foram assim escritos, reforço a necessidade de ler o texto sugerido no link acima. noite escura fala clara: “abre-te sésamo!” Vale de lágrimas Minas vidas forjadas foram-se andorinhas formigas amor. canta cigarra!