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Mostrando postagens de dezembro, 2021

FELIZ ANO NOVO

Aproxima-se um Novo Ano, e como tenho feito, em repetidos anos, neste primeiro de janeiro reafirmarei meus planos: se tiver paz, saúde e muito dinheiro, neste Novo Ano que nasce, conforme sempre foi meu sonho, não ficarei sozinho. E não importa que esteja sem eira nem beira! Não ficarei só, mesmo que ninguém me queira. Pois sou poeta e a matéria da minha vida (assim ela decreta) não são os encontros, mas os abandonos. Pero Vás

Campanha para Arrecadação de Fundos

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Campanha Airfunding Ajude o João a arrumar mais confusão! Olá, pessoas. Quero coletar fundos para um projeto que pretendo desenvolver e, por isso, iniciei esta campanha de financiamento colaborativo. Meu objetivo é adquirir equipamentos tecnológicos com recursos suficientes para que eu possa gravar, editar e distribuir vídeos com o meu trabalho poético nas plataformas YouTube e FaceBook. Já tenho as licenças necessárias nessas plataformas para distribuir meu trabalho. Se eu puder obter um certo número de suportes de pessoas próximas, meu projeto poderá capacitar-se a receber apoio de usuários em todo o mundo. Então, por favor, ajude oferecendo suporte! Nesta primeira etapa, qualquer valor é mais que suficiente, pois os valores mais vultosos pretendo adquirir com os usuários internacionais. Você pode ajudar bastante não só ao apoiar, mas também ao compartilhar sobre meu projeto, então, por favor, confira! Para saber mais, clique no link logo abaixo da foto. Valeu, Povo! João A. Pereira

PALAVRAS AO VENTO

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  Feliz, corri para o vento e disse palavras de amor, as mais lindas que aprendi, na esperança que tu as escutasse. Disse as coisas todas que sinto e nas quais acredito, acreditando, ó, Lírio Perfeito, na esperança, quase infantil, que o vento, a ti, as levasse. Ai, como fiquei triste quando soube que todo o amor, todo o amor que eu disse - Só para ti! Só para ti, Lírio Perfeito! - passou como sombra sobre o teu existir e não o ouviste. Com os olhos e o coração partidos volto-me ao vento e, com voz triste, dedico-lhe toda a minha revolta: Porque sou boba, me iludiste! Soprei de meu coração a canção mais linda que amor nenhum jamais escreveu. E tu, vento indolente, fazendo-me crente na tua magia, deixou que eu cresse, piamente, que em tuas asas, eu poderia depositar alegremente toda a minha alegria. Agora, leva, esta que chora doloridas lágrimas na tua frente. Leva-me para onde quiseres, ó, vento sem rumo, que nada sente. Posto que qualquer coisa que dissera para o meu Lírio Perfeit...